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Senado Repórter

Ivan Godoy
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Neste livro, o jornalista Ivan Godoy, especialista em política internacional, faz uma radiografia do passado, do presente e das perspectivas futuras da Argélia, e fala dos costumes, da cultura e da rica história do seu povo.


IVAN GODOY
Entrevista com o Autor

Pergunta: Por quê você decidiu escrever um novo livro sobre a Argélia?

Ivan Godoy: Tive dois motivos principais: o fato de o país comemorar em 2012 o cinquentenário da independência e o interesse dos leitores pelo Oriente Médio e o Norte da África com a eclosão da chamada Primavera Árabe. O primeiro ponto se justifica porque é uma data redonda, marcante para qualquer nação. E mais ainda para um país onde o processo de descolonização se deu de uma forma violenta e heroica. A Guerra da Argélia foi uma das grandes epopeias do século XX, quando um milhão e meio de argelinos

morreram para conquistar a independência, após 132 anos de domínio colonial francês. Assim, era preciso falar sobre o que aconteceu nestas cinco décadas, qual o caminho que os argelinos trilharam, o que mudou em todo esse tempo. Tudo isso reforçado pela importância de um país que é o maior da África – desde que o Sudão se dividiu em duas nações – e tem uma potente economia baseada no gás e no petróleo, nessa ordem. Quanto à Primavera Árabe, embora tenha gerado muito interesse e muitas esperanças, seus resultados a longo prazo ainda são incertos, pois tem se caracterizado pela emergência de setores fundamentalistas islâmicos e pela instabilidade política. Era preciso explicar porque o efeito dominó, com a derrubada de sucessivos governos, não afetou a Argélia.

Kim Il Sung
240 pp.
ISBN: 85-295-0079-9
Edição ilustrada com 16 páginas em papel couché.
Projeto gráfico: Antônio do Amaral Rocha
Preço: R$ 70,00
Preço com desconto de 40%: R$42,00



Pergunta: E por quê a Primavera Árabe não afetou a Argélia?

Ivan Godoy: Acontece que a Argélia já tinha iniciado suas reformas políticas e econômicas no final dos anos 80, com o fim do partido único, ou seja, a adoção do multipartidarismo, e a adoção paulatina de uma economia de mercado, ressaltando que as principais riquezas nacionais, o gás e o petróleo, continuaram nas mãos da estatal Sonatrach, não existindo planos de privatizá-la. Mas o período de guerra civil nos anos 90, quando os terroristas islâmicos provocaram uma verdadeira tragédia no país, com a morte de pelo menos 150 mil pessoas, retardou o processo de mudanças democráticas, retomado no final daquela década e acelerado sob o governo do presidente Abdelaziz Bouteflika. Ou seja, o país implantou o multipartidarismo vinte anos antes da Primavera Árabe.

Das eleições e dos poderes legislativo e executivo participam diversos partidos políticos, de diferentes tendências, inclusive islâmicos. Tem até um Partido dos Trabalhadores, que já apresentou uma mulher como candidata à presidência. Aliás, elas ocupam mais de 30% das cadeiras da Câmara dos Deputados e têm uma situação bem melhor do que na maioria dos países islâmicos. Novos avanços democráticos estão previstos, como o surgimento de canais privados de TV, o que garantirá maior pluralismo, pois hoje todos são estatais. A Constituição deverá sofrer mudanças no sentido da ampliação das liberdades. A imprensa escrita já é plural há muito tempo, com diversos jornais de oposição. E existe um forte movimento sindical. Ou seja, muita coisa conquistada noutros países com a Primavera Árabe já existe há tempos na Argélia.

Pergunta: Então o país está totalmente tranquilo?

Ivan Godoy: Não se pode dizer isso. Há numerosos movimentos sociais, principalmente em nível local, com as pessoas exigindo melhorias das prefeituras e fazendo manifestações, que incluem o bloqueio de rodovias. Também há greves por motivos salariais, principalmente de setores do funcionalismo público. Além disso, mesmo com a implantação da economia de mercado e o fim do partido único, a população ainda espera muito do Estado, que vê como provedor. Mas nas conversas com políticos e cidadãos comuns, os que falam em mudanças querem que elas sejam realizadas dentro do quadro institucional vigente e não através de revoluções sangrentas, inclusive por temerem a implantação de um regime islâmico radical. Todos conhecem bem o que pode acontecer numa situação desse tipo, pela experiência da guerra civil. No entanto, é preocupante a existência no Norte da África de muito armamento em poder de grupos terroristas, como a Al Qaeda no Maghreb Islâmico (AQMI), em consequência do conflito ocorrido na Líbia.

Pergunta: O que diferencia este livro do publicado oito anos atrás, Argélia – Tradição e Modernidade?

Ivan Godoy: Queria falar primeiro do que é semelhante: o estilo. Continua sendo uma obra não acadêmica, o que não quer dizer que as informações não sejam confiáveis, porque são o produto tanto das cinco viagens que já realizei ao país quanto de uma exaustiva pesquisa. É uma mistura de reportagem com ensaio, numa linguagem acessível, para que o público brasileiro entenda melhor a mentalidade, a cultura e a sociedade da Argélia, sua riquíssima história – que inclui a presença de cartagineses, romanos, vândalos, bizantinos, turcos otomanos e dos colonialistas franceses -, e a luta dos argelinos por manter suas raízes culturais árabes e berberes, sem desprezar as outras influências. Só para que avaliem a importância desse patrimônio milenar, no território argelino existem os vestígios de centenas de cidades romanas, pois o país pertenceu durante quase cinco séculos ao Império, tendo sido o berço de personalidades como Apuleio, que escreveu o primeiro romance do mundo e Santo Agostinho, figura básica do cristianismo e da filosofia ocidental. Também devo dizer que aproveitei partes importantes do primeiro livro, principalmente nas questões históricas, nessa nova obra.

Pergunta: E em que diferem as duas obras?

Ivan Godoy: Dei uma ênfase maior à informação específica sobre as principais cidades e regiões, inclusive as que se encontram no deserto do Saara. Ou seja, o livro tem utilidade para o turista ou para o viajante que, indo para a Argélia por motivo de negócios ou familiares, queira conhecer melhor o país. Também introduzi um capítulo específico sobre a culinária argelina e o grande consumo de pão – o país é o campeão mundial nesse quesito. Igualmente há capítulos dedicados à ecologia e aos principais parques nacionais, e também aos spas, com banhos termais que, em sua maioria, já eram utilizados na época dos romanos. Tem até um spa onde o visitante pode se banhar numa piscina usada na antiguidade, rodeada de colunatas autênticas, como se estivesse no tempo do imperador Adriano. O novo livro é bem maior do que o anterior e está totalmente atualizado, com as repercussões dos últimos acontecimentos no mundo árabe.

Pergunta: Qual é, em sua opinião, o público-alvo do seu livro?

Ivan Godoy: Em primeiro lugar, pessoas que querem ter uma visão isenta e sem preconceitos de um país árabe moderno. Quem gosta de história e especialmente quer conhecer a importância da Revolução Argelina no século XX e seu apoio à descolonização do continente africano também terá muito a ganhar com o livro. Igualmente quem desejar conhecer costumes exóticos e saber mais o que é o Islamismo encontrará informações de utilidade. Também é o único livro editado no Brasil com informações turísticas sobre o maior país da África. Ou seja, o público é amplo, pois Argélia – 50 anos de independência é uma obra bastante diversificada. Assim, tive o cuidado de colocar meu e-mail a disposição dos leitores para esclarecer eventuais dúvidas e recomendar outros livros e sites que lhes permitam aprofundar mais nos temas de seu particular interesse.


Sobre o Autor

Ivan Godoy, jornalista, nasceu no Rio de Janeiro em 1952 e vive em Brasília desde 1980. Trabalhou em emissoras de rádio, jornais e agências de notícias, assim como na Unesco e no Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Hoje está na Rádio Senado.

Especialista em assuntos internacionais e em etnologia e folclore, realizou reportagens em mais de 40 países da América, Europa, África do Norte, Oriente Médio e Ásia. Devemos destacar a cobertura do conflito sandinistas/contras (Nicarágua) e das guerras Irã/Iraque, da Bósnia e Peru/Equador (para a TV Record), assim como do golpe que derrubou o ditador Alfredo Stroessner no Paraguai.

É autor de outros cinco livros sobre temas internacionais, entre eles Polônia, Argélia – Tradição e Modernidade e Glasnost e Perestroika – a Era Gorbatchov, todos publicados pela Editora Alfa-Omega.
Contatos com o autor: ivan_argelia@yahoo.com.br


Obras do Autor

Argélia: Tradição e Modernidade
Bulgária - Autogestão e Socialismo
Glasnost e Perestroika - A Era Gorbatchov
Polônia
Socialismo na Terra de Marx RDA Hoje, O



Por que a Argélia?

Cinquenta anos de independência constituem uma data marcante para qualquer nação, nesse caso, a maior do continente africano. E, para mim, esse aniversário é uma boa ocasião para voltar a falar da Argélia, oito anos depois do meu primeiro livro sobre esse país árabe situado na África do Norte e banhado pelo Mediterrâneo, o mar que durante milênios foi rodeado por grandes civilizações que protagonizaram a história e a cultura universais.

Pelo território argelino passaram fenícios, romanos, vândalos, bizantinos, otomanos e, finalmente, os colonialistas franceses, que dominaram o país durante 132 anos. Mas a Argélia soube resistir e manter-se fiel a suas raízes berberes e árabes.

Após uma guerra que durou de 1954 a 1962, o país tornou-se independente, pagando um preço muito alto: a morte de um milhão e meio de habitantes, a sexta parte de sua população na época. Depois vieram a construção de um Estado partindo praticamente do zero, assim como de uma forte base econômica, a ajuda solidária a outros povos africanos que lutavam contra o colonialismo, o acolhimento de exilados de numerosos países, entre eles diversos brasileiros, e a luta contra a pior ofensiva terrorista de todos os tempos.

Apesar de dificuldades políticas, catástrofes naturais como os terremotos de 1980 e 2003 e problemas sociais, os argelinos conseguiram construir um país moderno, com multipartidarismo, sindicatos e jornais livres, avanços importantes nos direitos da mulher e uma economia poderosa, baseada no gás e no petróleo.

As tensões em torno do Irã, a Primavera Árabe, o conflito Israel-Palestina e a ação do terrorismo fundamentalista, tudo isso tem aumentado o interesse pelos países islâmicos. Mas essa curiosidade vem acompanhada de preconceitos, provocados pela má-fé ou pela falta de informação, o que faz que sejam colocadas no mesmo saco nações tão diferentes quanto o Afeganistão e a Argélia.

Esse novo livro, que aproveita parte da obra anterior, Argélia – Tradição e Modernidade, principalmente em relação a assuntos históricos, busca desfazer equívocos e dar uma visão panorâmica desse país, e mostrar aos brasileiros tudo o que pode oferecer ao visitante em termos de atrações culturais, históricas e naturais
.


Quarta capa


A Argélia é o maior país da África e uma encruzilhada de civilizações. Por lá passaram os fenícios, os romanos, os vândalos, os bizantinos e os turcos otomanos, e os colonialistas franceses pensaram que ficariam para sempre. Mas a nação conseguiu manter sua essência berbere e árabe, e conquistou sua independência em 1962, após uma guerra de libertação de quase oito anos.

No seu território nasceram, viveram ou ainda vivem personalidades como Santo Agostinho, um dos maiores pensadores da Igreja Católica e de todo o mundo ocidental; Lucius Apuleius, ou simplesmente Apuleio, o autor de O Asno de Ouro, considerado por muitos especialistas o primeiro romance do mundo; Ibn Khaldoun, o pai da Sociologia, que lá escreveu sua obra Prolegômenos; Leonardo Fibonacci, que levou à Europa os algarismos árabes e a notação algébrica; Miguel de Cervantes y Saavedra, genial autor de Dom Quixote; o Emir Abdelkader, que dirigiu a resistência à invasão francesa de 1830, foi um sábio do Islã e morreu no exílio reverenciado até pelos monarcas europeus; o Prêmio Nobel de Literatura Albert Camus; os também escritores Jean Amrouche, Kateb Yacine e Mohamed Dib; artistas populares como o cantor Khaled; e figuras decisivas para a defesa dos interesses da África e de todos os países em desenvolvimento, como Ahmed Ben Bella, Houari Boumedienne e Abdelaziz Bouteflika.

Os argelinos nunca conquistaram facilmente seus objetivos. Primeiro tiveram que vencer o poderoso exército da França para obter a independência, ao preço da morte de um milhão e quinhentos mil compatriotas. Depois, a partir dos anos noventa, resistiram com sucesso à pior ofensiva terrorista da história, derrotando os grupos fundamentalistas inspirados na Al Qaeda de Bin Laden, hoje reduzidos a uma mínima expressão.

Apesar dessas dificuldades, catástrofes naturais e problemas sociais, eles conseguiram construir um país moderno, com multipartidarismo, imprensa e sindicatos livres, avanços importantes nos direitos da mulher e uma economia poderosa, baseada no petróleo e no gás.

Neste livro, o jornalista Ivan Godoy (na foto, em Argel), especialista em política internacional, faz uma radiografia do passado, do presente e das perspectivas futuras da Argélia, e fala dos costumes, da cultura e da rica história do seu povo.

Personalidades da Argélia

Emir Abdelkader
Considerado o herói nacional, nasceu em 1808 perto de Mascara. Em 1832, Abdelkader, com apenas 24 anos, foi proclamado Emir das tribos Hashem, assumindo o comando da luta contra as forças francesas que tinham invadido o país dois anos antes. Chegou a governar boa parte do território argelino. Após depor as armas em 1847, ficou preso na França até 1852, quando passou a viver em Damasco.

Em 1860, protegeu os cristãos maronitas da Síria de um massacre perpetrado pelos drusos. O Emir Abdelkader morreu em 1883, respeitado também como escritor e teólogo muçulmano.

Santo Agostinho
Nascido em 354 em Tagaste, de uma família berbere romanizada, ele foi o grande pensador dos primeiros séculos do cristianismo. Após ter estudado retórica em Madaura e Cartago, viveu na Itália. Retornou à África do Norte, em 388 e anos depois tornou-se bispo de Hipona (hoje Annaba).

Agostinho escreveu 113 livros, além de centenas de cartas e sermões. Seus escritos fazem parte da chamada patrística, a filosofia que consolidou a Igreja Católica. Seu pensamento serviu de ponte entre os filósofos gregos clássicos e o catolicismo. Agostinho morreu, de doença, na madrugada de 28 de agosto de 430, pouco antes de que Hipona caísse nas mãos dos vândalos.


A Argélia em números e dados

Área: 2.382.000 km² (maior país da África).
População (2012): 36.000.000 de habitantes.
Densidade populacional: 13,8 habitantes por km².
Taxa de crescimento da população: 1,6%.
Expectativa de vida: 74 anos.
Religião: 99% da população são muçulmanos sunitas.
Capital: Argel.
Maiores cidades: Argel, Oran e Constantine.
Nome oficial: República Argelina Democrática e Popular.
Regime: República presidencialista.
Presidente da República: Abdelaziz Bouteflika.
Porcentagem de mulheres na Câmara dos Deputados: 31%.
Imprensa escrita: 39 jornais diários e 34 revistas semanais.
Canais de TV: Cinco redes oficiais e, em breve, canais privados.
Estações de rádio: três nacionais, duas temáticas e 32 regionais.
Idiomas oficiais: árabe e tamazight (berbere).
Idiomas usados: árabe, francês e tamazight.
PIB: US$ 162 bilhões.
Taxa de desemprego: 10%.


Ilustrações
























Tábua da matéria

Sobre o Autor, 7
Por que a Argélia?, 9

1. Um casamento logo na chegada, 11
2. Campeões mundiais no consumo de pão, 15
3. Argel, a branca, 19
4. Escargots e fenícios, 23
5. Biodiversidade, ecoturismo e montanhas nevada,s 27
6. Os reis da Numídia, 31
7. A educação e a situação da mulher, 37
8. A África romana, 43
9. Em busca da cura nas águas milagrosas, 49
10. Petróleo e gás: as riquezas do deserto, 53
11. As pontes de Constantine, 59
12. Nas ruelas da Casbah, 65
13. As cerejeiras de Tlemcen, 71
14. Corsários e turcos, 75
15. A religião na Argélia, 81
16. Béjaïa: onde a Europa aprendeu matemática, 87
17. Abdelkader contra a invasão francesa, 91
18. Tamanrasset, Djanet e os tuaregues, 99
19. Sob o jugo da França, 105
20. As atrações de Skikda, Jijel e Guelma, 111
21. Cavalos, tâmaras e desenvolvimento agrícola, 115
22. A Guerra de Independência, 121

Argélia em imagens, 129

23. Oran, a estratégica cidade dos leões, 145
24. Os primeiros passos de um jovem país, 153
25. Annaba e Santo Agostinho, 159
26. A Meca da Revolução, 163
27. Uma pintura com diversas influências, 169
28. Uma diplomacia que busca a paz, 173
29. A música na Argélia, 181
30. Derrotando o terrorismo, 185
31. O primeiro romance do mundo, 195
32. As perspectivas do país, 205
33. Um cinema de combate, 211
34. O esplendor do artesanato, 215
35. A nova economia, 219
36. As atrações da Cabília, 223
37. Solidariedade, 227
38. Os brasileiros na Argélia, 231
39. A parceria com o Brasil, 237



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